A "Igreja” LoCAOS - em minha família - A DesgraÇa!

 

RASCUNHO

Meu primeiro contato com essa suposta igreja, se deu por volta dos anos 80, quando na Universidade






de Brasília me foi entregue um exemplar do Jornal Árvore da Vida.  lembrei de já ter visto o prédio onde funciona essa seita, em Brasília, Asa Sul.



Li as matérias e aparentemente tudo normal.  E tinha mesmo que ser o mais normal possível, afinal aquela era uma forma de atrair os incautos, com algo aparentemente bom, afinal foi assim que o Satanás se mostrou pra Jesus na provação do deserto, apresentando algo mais próximo possível da verdade Divina. 


Mal sabia que eu iria  conviver com uma desgraça advinda da organização que promovia aquela literatura.

Li algumas matérias sobre o trabalho dessa “igreja”, e logo detectei uma característica típica de seita, a mesma das Testemunhas de Jeová, Adventista, Congregação Cristã do Brasil: a exclusividade. Ou seja, só através dos ensinos daquele lugar era possível obter a salvação em Jesus. 

Alguns anos depois, já morando em Cidade Ocidental -GO, começou a desgraceira. Descobri a existência dessa “igreja” na Cidade e fiquei conhecendo o responsável principal.



Nesse tempo, estávamos fundando a Associação de Pastores da Cidade Ocidental, e convidei o também responsável da “igreja” para compor o Conselho, mas eles (irmão de frente Donizete e Antônio) se mostrou desinteressado. 



Uns poucos anos depois, eu estava pastoreando um Igreja Assembleia de Deus em São Sebastião - DF.  Dificilmente a mãe de minhas filhas (atual ex-esposa) raramente ia comigo. Eu sempre levava minhas duas filhas pequenas (Priscila e Sarah), e nos  hospedávamos na casa de minha mãe que lá morava.


Percebi que ela passou a ler uns livros da Editora Árvore da “Vida”, e lia com tremenda dedicação, sem contar a leitura do “Alimento Diário”, tipo uma revista devocional.

Passei a consultar aquelas literaturas e confirmei o que já tinha detectado: tudo induzia a um exclusivismo, desmerecendo as demais denominações.

Percebi que ela é minha irmã estavam bem “amigas”, e sempre estavam comentando o teor da literatura.


Descobri então que minha “irmã” já estava participando das reuniões, e entendi que estava tentando levá-la junto.


Por diversas vezes a adverti que aquele lugar era uma seita e mostrei alguns pontos que confirmava isso, mas ela insistia e dar mais atenção ao que minha irmã dizia, do que o que eu mostrava. 


Uma das características fortes dessa seita é o proselitismos, a chamada “pesca em aquário”. Sempre abordavam os demais crentes e apresentavam a teologia deles, desmerecendo as demais denominações.  Eles nunca se consideravam uma denominação: eles se consideram A IGREJA. 


Um dia peguei um livro e li  que “as denominações são organizações a serviço de satanás”.  Ai foi demais. Estava mais que evidente tratar-se de uma seita. "

"O catolicismo romano e o protestantismo, assim como o judaísmo, estão todos nessa categoria, tornando-se uma organização de Satanás, como seu instrumento para danificar a economia de Deus ("Apocalipse - Versão Restauração", Witness Lee. Editora Fonte da Vida. \. Edição - 1987, p. 28).

Na mesma literatura, tem mais provas dessa característica forte de seita. a pessoa tem que seguir cegamente os ensinos ali apresentados, e recomenda-se que se leia apenas a literatura própria da Arvore da Vida. Isso é uma estratégia de lavar a mente dos novos miseráveis, que passarão a pensar como eles querem que pensem, de modo que tudo o que foi apendido antes seja lavado através do novo ensinamento. Não podem ser neutros em relação ao que receberem ali: ou aceitam ou é melhor voltar para a denominação de onde veio. Não tem como crer nos dois ensinamentos.


Não tente ser neutro. Não procure reconciliar as denominações com a igreja local. Você nunca conseguirá reconciliá-Ias. ("A Expressão Prática da Igreja", Witness Lee. Editora Arvore da Vida. 1 . Edição - 1989, p. 98).

Alegam que 

Hoje em dia há principalmente dois tipos de crentes: uns são as denominações, incluindo a Igreja Católica Romana, e o outro é composto daqueles que estão fora das divisões e sobre a base correta ("A Expressão Prática da Igreja", Witness Lee. Editora Árvore da Vida. Ia' Edição - 1989, p. 128).

Ou seja, eles são os únicos que estão corretos como modelo bíblico de Igreja.  

Defendem ainda que em cada Cidade só pode ter UMA IGREJA.

A justificativa mais imbecil que apresentam é que Paulo escreveu cartas às Igrejas que estavam em cada região. Para A IGREJA EM  CORINTO, EM TESSALONICA, EM FILIPOS, etc. Logico! Naquele tempo não tinha tantas congregações e denominações como existe hoje. Estão querendo mostrar diferença através desse insigne detalhe fora de tempo.  A sorte deles, ou se trata de estratégia, é que se eles tivesse congregações em diversos lugares da cidade, seria falência total, pois o numero de frequentantes é extremamente reduzido quando reunidos. se dividir esse insigne numero por varias localidades dentro de cada cidade, seria um fiasco. Então, reúnem todos num só lugar e gera a impressão de multidão.

Como todos deixam um rastro de sujeira e a bíblia se cumpre, quando Jesus disse que nada há encoberto que não seja revelado, na própria literatura o fundador desse CAOS, tem em sua historia um detalhe que aparece em sua biografia.  Alegam que as denominações são resultante de divisões, são grupos que se tornaram apostatas de outra denominação,  e que por isso são prostitutas.  

Visto que a Mãe das Prostitutas é a igreja apóstata, as prostitutas, suas filhas, devem ser todas as diferentes facções e grupos no cristianismo que mantêm, até certo ponto, o ensinamento, as práticas e as tradições da Igreja Romana apóstata. A pura vida da Igreja não possui nenhum mal transmitido da Igreja apóstata ("Apocalipse - Versão Restauração", Witness Lee. Editora Fonte da Vida, 1a. edição - 1987, p. 107).

Na biografia do Mestre Witness Lee, teve influências cristãs e budistas até que fez sua decisão por Cristo em 1925. Em 1927, Witness Lee começou a estudar a revista publicada por Watchman Nee e começou a pregar para esse movimento. Watchman Nee era membro da Igreja dos Irmãos de Plymouth


 Acontece que esse feiticeiro saído do budismo (digo feiticeiro, porque ele se rebelou contra seu Mestre  e rebelião é o mesmo que feitiçaria), resolveu começar SUA PROPRIA DENOMINAÇAO!!

e depois se separou e criou seu próprio grupo denominado o Pequeno Rebanho .

OU SEJA, o sujo passou a falar mau do "mal lavado".

Tem mais. Segue a historia do feiticeiro...

Assim, Lee criou o seu próprio grupo em 1950, levando consigo muitos membros do Pequeno Rebanho e foi trabalhar em Taiwan e Filipinas. 


Em 1962, Lee fundou a primeira igreja em Los Angeles, EUA.

Embora Witness Lee repudie abertamente as denominações, afirmando que elas são divisões do corpo de Cristo,


 não pode negar, historicamente, que a Igreja Local é uma divisão de duas outras denominações.


Mesmo sem essa ocorrência, ele não pode negar essa condição ao declarar: No que diz respeito às questões financeiras, as igrejas locais estão legalmente registradas com relação ao governo, como entidades religiosas que não visam lucro ("O Que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais", Editora Fonte da Vida, p. 17).

Essa não é situação legal de todas as denominações de estarem registradas com relação ao governo como entidades religiosas?


 Isso não faz da Igreja Local uma denominação igual às demais? Sem dúvida que sim. 



Mas não é só isso. A Igreja Local é o resultado de uma segunda divisão de uma denominação. Era conhecida originalmente como Irmãos de Plymouth, surgidos na História em 1828.



Ironicamente, Witness Lee escreveu: Toda denominação foi estabelecida por algum mestre. A história da igreja mostra que sempre que e onde quer que houvesse um grande mestre, lá houve uma divisão ("A Expressão Prática da Igreja", Witness Lee. Editora Árvore da Vida, 1ª edição - 1989, p. 182). É exatamente isso que ele fez.



Quando começo a escrever sobre essas imundícies que satanás cria, da vontade de não parar. 

Esse é o problema de quem não examina as Escrituras.  Não precisei de muitas informações para concluir que se tratava de seita.


As fotos acima, serão referencias de algo que ainda escreverei. Veio a "moda Bookafe", as não deu certo não!



Jesus era um homem-Deus e nós devemos tornar-nos um homem-Deus. Sendo assim, temos a mesma natureza de Jesus e se Jesus era "Deus completo" nós igualmente 

nos tornamos

 um Deus completo.

Meu Deus! 


Que tipo de droga será que esse pessoal fuma?





05\08\2024

Prosseguindo, eu já estava muito incomodado com o envolvimento da Maria (primeiro nome da mãe de minhas filhas), com esse grupo. Minha irmã estava constantemente em minha casa, principalmente durante minha ausência. Eu soube depois que uma tal de "Da Paz", Tereza e outras mulheres davam suportes a ela, sempre em minha ausência. Ô raiva dessa "da paz". Ela vendia uns bolos pela cidade, era separada do marido a pouco tempo, e com o tempo os próprios familiares ficaram horrorizados com essa religião, pois ela tinha sido aconselhada a deixar os filhos aos cuidados de sabe-se lá quem e ir para a "Meca" dessa seita, que fica em São Paulo, Sumaré. Chamo de Meca porque lá é um centro de convenções nacional, onde são realizados congressos. Esse lugar tem um alojamento para os participantes. Eu soube que cada "igreja local" construía seus alojamentos, com a contribuição do povo que reunião em cada cidade.  Era um tipo de "condomínio nacional". 

Um dia, quando eu estava para sair para o trabalho, minha irmã chegou e eu discretamente coloquei um gravador sobre a geladeira, pois queria saber qual era a conversa delas na minha ausência.

Quando retornei a noite, pequei o gravador e ouvi o que não esperava, mas imaginava.

Minha irmã aconselhando a Maria a resistir, não desistir de frequentar e que se fosse necessário ate mesmo se sujeitar a uma separação, pois quem não deixar ate o marido por amor a igreja, não merece o céu.

Ô ódio que tomei da palavra "igreja" nesse tempo.  Tudo era "igreja". Parecia que só existia igreja, igreja, igreja. Jesus estava em segundo plano, sem contar outras "girias", chavões usados por eles; vida da igreja, vida da alma, e varias outras expressões que não lembro mais.

Dentre as praticas, existia uma mantra: 'Ò Senhor Jesus!", "Senhor Jesus", e por ai vai.

Depois que ouvi a gravação, visitei um pastor amigo, e levei a Priscila comigo. Ela era pequenina, e brincava com a filha do pastor, que era da mesma faixa etária. Eu conversando com esse amigo, mostrei o nível demoníaco desse povo, e mostrei para ele a gravação. A Priscila ouviu e isso chegou ao conhecimento da Maria, e da minha ilustríssima e já endemoninhada irmã. O clima ficou complicado. Todo mundo sem graça comigo....

Passei a ler mais sobre essa seita e descobri mais evidencias que confirmava minha convicção .

Descobri vários livros escondidos em nossa casa, e uma noite os recolhi e queimei. Maria disse que não era dela, e que não era pra eu queimar. Disse-lhe que não queria aquele lixo em nossa casa, e azar de quem fossem.

Ela ficou aborrecida, alegando que eu estava perseguindo a igreja. Eu respondi que ela não deveria se preocupar com isso, pois se essa igreja era de Deus, que deixasse que Ele a defendesse.

E continuei minha atividade pastoral em São Sebastiao.

Um dia permiti uma reunião deles em nossa casa, afinal eu queria conhecer  mais a fundo. 

Um senhor assumiu a liderança da reunião, e ao final eu perguntei que era o líder do grupo. Me respondeu que não existe um líder, e que todos são responsáveis. Achei estranho, mas fiquei mais conhecedor de mais uma pratica.

Eu já tinha insistido com a Maria que não queria ela participando dessas reuniões. Certo domingo, sai cedo de São Sebastiao, e fui para casa. Eu queria saber o que estava realmente acontecendo. Ao chegar em casa, por volta das 9 horas da manha, ninguém estava em casa, e eu rumei para o "local de Reuniões da Igreja em Cidade Ocidental". 

Cheguei, entrei silenciosamente, me sentei e identifiquei a Maria no meio do povinho. Digo "povinho" porque realmente eram poucas pessoas.  Essa seita não cresce.  É sempre um numero reduzido, sempre as mesmas pessoas, e se aparece alguém, é algum crente que se deixou seduzir pelas heresias desse grupo.  

Virou um zum zum zum. Quando a pessoa que estava falando ao publico me viu, mudou o semblante, e os demais perceberam, e passaram a olhar para trás.  Por fim a Maria percebeu que eu estava no ambiente.  Suspense no ar.

Eu ja era bem conhecido por todos, ao menos de nome, pois fiz um apanhado na literatura deles, e elaborei uma "apostila" mostrando os absurdos e heresias daquela seita.  Essas apostilas eu distribui fartamente na cidade, e isso foi bastante comentado entre eles, não só na Cidade Ocidental, mas fora da cidade.

Passei a ser considerado um Saulo, perseguidor da "igreja".

Lembro de ter recebido visita do Evilário e Elizeu "cara de índio".

Tinha um vizinho que era Bombeiro Militar, um irmão, que ate perguntavam se éramos irmãos de sangue. Ele frequentava uma igreja na cidade, e qual não foi minha surpresa quando fiquei sabendo que o Carlos Gomes estava mergulhado naquela pocilga. Em certa ocasião, ele me chamou de "irmão". Disse-lhe que ele não era mais meu irmão, já que estava seguindo uma doutrina de demônios. A partir dai rompi amizade com ele.  

Lembro de uma ocasião, em que numa noite de um  sábado chuvoso eu resolvi ir no "local" em Ocidental, pois, se não me falta memoria, eu cheguei em casa e a Maria não estava. Quando entrei no local, me assentei em umas cadeiras que estavam à direita de quem entrava.  Quem estava falando ao publico era o Carlos Gomes. Mais uma vez o semblante do pregador mudou ao me ver e o zum zum zum começou; novamente passaram a olhar para trás, e me viram sentado lá atrás.

Não demorou e fui cercado por uns senhores. Um deles, que era desconhecido por mim, e soube depois que era  advogado por nome Dante. Ele se aproximou de mim, e me "convidou" para ir lá pra fora. Eu me neguei a sair, informando que tinha ido ali para assistir  a reunião e que não iria sair, afinal ali era aberto ao publico. Insistiram e me  os neguei. Fiquei cercado por três sujeitos; os  dois se assentaram um em cada cadeira ao lado, e um sujeito grandão ficou na minha frente. Imaginei que se eu não saísse com eles, possivelmente iriam levantar a cadeira estando eu sentado nela, e me levariam para fora.  Para evitar tumulto, resolvi sair com eles, pois o povo passou a olhar para trás, devido ao clima que se estabeleceu no ambiente.

Estando nós lá fora, o advogado (não lembro o nome dele) disse que eu não era bem vindo naquele lugar. Perguntei qual motivo, e ele me disse que eu ficava falando mal deles e por isso não era bem vindo. Não estiquei conversa. Tinham uns carros estacionados, então fiquei próximo deles e o poderoso e intimidador advogado mandou eu ir embora dali. Eu respondi que poderia ate não ouvir a reunião lá dentro, mas a rua era publica e eu iria ficar ali na calçada.  Quando acabou a reunião, eu fui embora.

Graças a Deus não lembro certos detalhes conflituosos entre eu e Maria, mas foi ficando cada vez mais complicada a nossa convivência.

Se não me falha memoria, ela viajou uma vez para Sumaré.  Não lembro detalhes, e não lembro se nossas filhas foram nessa viagem.  Mas aconteceu de novamente haver uma  conferencia em Sumaré e ela pretendeu ir. Eu disse que se ela poderia ir, mas as meninas não iriam, e que indo, ela não voltasse mais para casa. 

O Satanás existe mesmo! E faz o que pode para destruir lares. Ela foi! Eu fiquei com as meninas. Deixava elas na escola pela manha, ia para o trabalho e voltava para busca-las após a aula. Nem lembro como fiz aquilo, pois eu trabalhava em Brasília, de 08 às18 h.  O tempo nos faz esquecer certos fatos. 

Costumo usar agenda como diário, e muitas informações estão anotadas lá, e que possivelmente eu possa buscar lá mais detalhes.

Eu soube depois que a Maria estava decidida ir naquela conferencia, e perdeu o dinheiro da passagem, e os "irmãos" pagaram a passagem dela.

No dia que ela chegou de Sumaré, lembro que era período da manha, penso que antes das 08 horas. Ouvi bater na porta, abri a janela e vi  que era ela. Perguntei o que desejava, e respondeu que queria entrar. Eu a lembrei que tinha dito que se ela fosse, que não voltasse. Me parece que as meninas perceberam que ela estava lá fora e insistiram em ver a mãe. Eu a deixei entrar e estar com as meninas, mas que fosse embora. Passado algum tempo o pai dela foi buscá-la.

Hoje não lembro como aconteceu o retorno dela para casa. 

Como era de se esperar, eu não consegui demovê-la de seguir a seita, então a  informei que tinha decidido pela nossa separação.




27/08/2024

Hoje fui agraciado com uma boa notícia.

Segue abaixo uma Carta onde mais um grupo tem os olhos abertos para o inevitável.   Antes já possuía clara evidência de seita, mas o “PeDrong” escancarou.

Texto da Carta original

CARTA DE DESLIGAMENTO DA IGREJA EM SANTA MARIA - DF

DA OBRA DO IRMÃO PEDRO DONG

Caros irmãos, irmãs, igrejas e amigos

Como presbiteros e irmãos responsáveis da igreja em Santa Maria, no Distrito Federal, é com pesar, porém com profunda paz e alegria do Espírito, anunciamos o nosso afastamento da obra do irmão Pedro Dong, que se tornou extremamente distante da Economia de Deus e altamente venenosa e prejudicial para centenas de igrejas no país, fora dele e, em especial, a nós de Santa Maria - DF.

Desde 2017, após a partida de nosso amado irmão Dong Yu Lan, acompanhamos a liderança de Pedro Dong. Desde então, distorções começaram a surgir nas palavras e nos comportamentos do irmão Pedro Dong, imaginávamos serem apenas imprecisões e equívocos de uma liderança recém investida e que por isso ainda merecia a confiança daqueles que sabem que a maturidade é alcançada pelo aprendizado, esse obtido por meio de lições dos erros e acertos cometidos. Entretanto, as distorções só se aprofundaram.

A partir de setembro de 2023, com a saída de várias igrejas e em especial de irmãos e famílias que participaram da construção do legado do ministério do irmão Dong Yu Lan, os desvios começaram a ser insuportáveis. Aqui no DF e microrregião na qual reunimos, as objeções aumentaram abertamente. Vários irmãos passaram a nos procurar para esclarecimentos e orientações. Desde então passamos a nos desgastar na defesa da obra do irmão Pedro Dong, ainda com a esperança de que ele fizesse os reparos necessários frente as saídas das igrejas e crescentes desvios.

Suspirávamos por atitudes que corrigissem as distorções percebidas e trouxessem a tranquilidade necessária para uma vida da igreja saudável. Infelizmente, isso não ocorreu, pelo contrário, cada vez mais o irmão Pedro Dong agravou seu discurso, apresentando insensibilidade aos sofrimentos de igrejas, famílias, casais, jovens e adolescentes, que desafiavam as mentes mais curiosas.

Dessa forma, chegamos à lamentável conclusão de que sua obra, nem de longe, seja semelhante a aquela que o precedeu, a de seu pai, Dong Yu Lan. O ministério do irmão Dong Yu Lan foi o ministério da Nova Aliança (II Co 3:6), do Espírito e da Vida, foi o ministério do respeito, da comunhão, da alegria, da justiça, da paz, dos relacionamentos fraternos e da esperança. Choramos, pois, hoje não mais experimentamos nenhuma dessas dádivas divinas.

Estando sob a luz da visão celestial de que falou Paulo em At 26:19, nós entendemos que não estamos diante da videira verdadeira, mas de uma árvore que produz todos os dias, frutos não saudáveis que estão sendo consumidos por muitas igrejas, adoecendo-as mortalmente. Abaixo, citaremos alguns desses frutos e de seus resultados:

A obra do irmão Pedro Dong:

  • é a obra da AUTOEXCLUSIVIDADE, na qual ele afirma que não há obra de Deus fora de suas palavras, o que se constitui uma afronta à obra do Espírito, que trabalha incansavelmente em toda a terra por meio de muitos servos que ele chamou (II Pe
    2:1-3);
  • é a obra da AUTOPROMOÇÃO, louvando a si mesmo de forma compulsiva e repetidamente em suas mensagens, quase de forma doentia (Pv 3:7);
  • é a obra da DESTRUIÇÃO DO GOVERNO LOCAL DE DEUS
    PARA A IGREJA, ao afirmar que o governo de Deus se dá somente através de suas palavras, a autodenominada palavra profética, varrendo a autoridade dos presbíteros da igreja, segundo a determinação clara da Bíblia (At 20:28);
  • é a obra do DESPRESTÍGIO DA MATURIDADE DOS MAIS VELHOS, pois que estes se tornaram um incômodo ao seu próprio prestígio (1 Pe 5:5);


  • é a obra do uso da IMATURIDADE de adolescentes, que passaram a ser utilizados para servir a seus interesses pessoais e de sua obra (I Co 14:20);
  • é a obra do uso de SOFISMAS para fundamentar desvios bíblicos, que estão misturados a constantes e constrangedores recados em suas mensagens dirigidos a seus "inimigos", sofismas estes que passam a fazer parte das publicações de sua Editora, em especial, de seu devocional diário (Cl 2:8);
  • é a obra da INIMIZADE, por meio de palavras que separam irmãos, companheiros, famílias, presbíteros, líderes e igrejas
    (G1 5:20);
  • é a obra da incitação ao ÓDIO ENTRE OS IRMÃOS, que de forma ininterrupta produz brigas, tapas, "gravatas" e palavrões
    (I Jo 4:20);
  • é a obra da CONFUSÃO E DA FALTA DE PAZ; a tranquilidade e a serenidade entre as igrejas foram perdidas e a paz entre os irmãos foi embora (CI 3:15);
  • é a obra da FALTA DE TRANSPARÊNCIA COM OS RECURSOS FINANCEIROS. A prestação de contas das movimentações, seja via ofertas, faturamento da Editora e demais levantamentos não é reportada a nenhuma das classes de irmãos para maior lisura e transparência devidas a esses recursos (II Co 8:21);
  • é a obra da INTOLERÂNCIA, pois os dons de Cristo dados a cada membro de seu Corpo são desprezados, além de não admitir a liberdade do Espírito no exercício variado dos dons nas igrejas, cobrando que seja feito apenas aquilo que atenda ao modelo que ele estabeleceu em sua autodenominada palavra profética (1 Pe 4:10);
  • é a obra da IMPOSIÇÃO LEGALISTA, com o emprego de seus cooperadores particulares, que forçam as igrejas a cumprirem seus preceitos, agindo sorrateiramente, destituindo os líderes que não concordam com ele. Alguns usam da força, do medo, de pressões, e do desprezo. Nós fomos vítimas disso (Mt 23:13);
  • a obra da DIVISÃO DO CORPO DE CRISTO. Jamais entre nós testemunhamos tamanha desgraça - tantas igrejas divididas (Rm 16:17-19).

Hoje é um dia de tristezas, mas também de alegria. Nosso motivo de grande alegria é que ao nos distanciarmos da obra do irmão Pedro Dong experimentaremos novamente a liberdade para de fato obtermos a direção de Deus para nossas vidas. Poderemos novamente de fato cooperar para a edificação do Corpo de Cristo; nos prepararmos para nos casarmos com o Senhor Jesus, aprendendo a amá-lo hoje; e praticar o real encabeçamento por Ele na Igreja.

Para que isso ocorra, prosseguiremos pregando o evangelho; estimulando o uso do dom de cada irmão; ajudando-os a invocar o Nome do Senhor, orar, ler-orar a Palavra, falar e cantar os hinos e profetizar na igreja para a sua edificação; cuidando de cada um deles de todas as formas possíveis. QUANTA LIBERDADE TEMOS AGORA!

Aos irmãos com quem não andaremos tão mais de perto, pois nossos propósitos se distanciaram, nós os amamos.

Aos irmãos que estão espalhados por aí e que querem seguir junto conosco nesse propósito, nossas casas estão abertas para vocês.

Que Deus abençoe a todos!

Os presbíteros da igreja em Santa Maria, Distrito Federal.

Santa Maria - DF, 27 de agosto de 2024

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Muito me alegro em saber que a verdade está se manifestando e trazendo visão clara aos olhos de pessoas que tem um coração voltado para a buscar da verdade cristã.






















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